Política Municipal de Bem-Estar Animal
Lei Municipal nº 5.399/2025Uma lei que fortalece a proteção e o bem-estar dos animais em Várzea Grande, colocando o cuidado com eles também entre as responsabilidades do poder público.
O federal da causa
animal e do povo.
Meu nome é Wender Madureira.
Quem me acompanha sabe que eu tenho dificuldade de passar por um problema e fingir que não vi.
Se vejo um animal sofrendo, eu quero ajudar.
Se vejo algo errado, eu quero saber por quê.
Se alguém precisa ser ouvido, eu vou atrás.
Foi assim que a causa animal entrou na minha vida e foi assim também que aprendi a fazer política.
Como vereador de Várzea Grande, estive nas ruas, fiscalizei, cobrei, denunciei e ajudei a resgatar animais que muitas vezes só precisavam que alguém não desistisse deles.
Hoje, quero levar essa luta mais longe.
Sou candidato a Deputado Federal 1022 porque acredito que Mato Grosso pode ter em Brasília uma voz firme pela causa animal e pelas pessoas.
Quero continuar fazendo aquilo em que acredito: cuidar de quem precisa e cobrar de quem precisa fazer.

Talvez você tenha me conhecido por algum vídeo de resgate. Talvez tenha me visto cobrando alguma coisa da Prefeitura. Ou talvez seja a primeira vez que a gente esteja conversando.
Eu sou Wender Madureira.
A causa animal ocupa uma parte enorme da minha vida. Quando você olha de perto para o abandono e para os maus-tratos, fica muito difícil simplesmente virar o rosto.
Eu não consigo.
Já fui buscar animais sem saber exatamente o que encontraria. Alguns chegaram assustados, outros machucados, quase sem força. E cada vez que um deles se recupera, eu lembro que aquela vida só precisava de alguém disposto a lutar por ela.
Levei essa mesma inquietação para o mandato de vereador em Várzea Grande.
Quando vejo um problema, procuro entender. Quando algo não funciona, eu cobro. Quando alguém não consegue ser ouvido, tento abrir essa porta. Não acredito em política feita apenas dentro de gabinete. Acredito em presença.
Agora quero representar Mato Grosso como Deputado Federal 1022.
Quero continuar fazendo aquilo em que acredito: cuidar de quem precisa e cobrar de quem precisa fazer.
A proteção animal faz parte da minha missão há muitos anos e ganhou ainda mais força dentro do mandato. Também defendo outras áreas importantes, como o cuidado com pessoas com deficiência e a defesa de políticas públicas que façam diferença na vida das famílias.
Uma lei que fortalece a proteção e o bem-estar dos animais em Várzea Grande, colocando o cuidado com eles também entre as responsabilidades do poder público.
Essa lei proíbe a utilização de veículos de tração animal nas vias públicas da área urbana de Várzea Grande.
Determina a divulgação de informações sobre as penas para quem pratica maus-tratos contra animais e também orienta a população sobre como fazer uma denúncia.
Com essa lei, o uso, a queima e a soltura de fogos com barulho forte fica proibida em Várzea Grande.
Transforma a equoterapia em uma política pública do município para ajudar na habilitação e reabilitação de pessoas com deficiência.
Permite que Várzea Grande participe de dois programas nacionais voltados à proteção de cães e gatos: o SinPatinhas, que faz o cadastro de animais domésticos, e o ProPatinhas, voltado à proteção e ao controle responsável da população de cães e gatos.
Agora há regras de proteção para os animais comunitários de Várzea Grande, como cães e gatos que vivem em uma determinada região e são cuidados por moradores, comerciantes ou outras pessoas da comunidade.
Essa lei obriga os donos de animais de grande porte (como cavalos e bois) a guardarem e cuidarem desses animais corretamente. Ou seja, o dono é o único responsável pelo alimento, pelas vacinas, pelo abrigo e higiene ao animal. Está proibido deixar esses animais soltos nas ruas.
Na prática, a nova lei atualiza as regras sobre como o dinheiro destinado à preservação ambiental é arrecadado e utilizado pelo município.



Eles têm nome.
Eles têm história.
E cada vida importa.


Aqui na chácara vivem cerca de 70 animais resgatados.
Para mim, não são setenta.
É o nome e a história de cada um.
Eu lembro de como muitos chegaram:
com medo, machucados, sem conseguir confiar novamente em alguém.
E também lembro quando começaram a brincar, correr e aceitar carinho.
É por isso que criamos eles têm nome.
Quero mostrar como chegaram, como estão hoje e contar algumas dessas histórias.
Porque quando você conhece o nome, conhece a história.
E entende que aquela vida nunca foi apenas mais um animal abandonado.
Às vezes você vai me ver falando mais firme, fazendo perguntas, mostrando problemas e pedindo explicações.
Existe uma razão.
Eu não consigo ver uma coisa errada
e simplesmente seguir meu caminho.
Por trás de cada fiscalização existe alguém esperando uma resposta. Pode ser uma família, uma comunidade, um animal esperando atendimento ou dinheiro público que precisa ser bem aplicado. Em Por que eu cobro, quero mostrar o que existe por trás dessas situações:
Porque cobrar não é fazer barulho.
Cobrar é não deixar quem precisa
de uma solução esperando sozinho.
É por isso que eu cobro.